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Por que é preciso resgatar as nossas raízes?

Não é possível preparar nossas crianças para viver num mundo de alta tecnologia, sem que se tornem capazes de reconhecer quem são.

O dia em que os franceses foram para o caldeirão

Entre 1555 e 1570, piratas franceses invadiram a então capitania hereditária de São Vicente sob o governo de Estácio de Sá, estabelecendo uma colônia muito peculiar: a França Antártica.

Comandada pelo visionário conde de Villegagnon, a expedição pretendia construir um reino utópico, onde protestantes e catolicos, então em aberta guerra religiosa, pudessem viver em paz.

Faltou combinar com os índios Tupinambás que se aliaram ao governador Estácio de Sá e, sob a liderança do cacique Araribóia, derrotaram os franceses numa batalha épica.

Diz a lenda que a vitória só foi possível porque São Sebastião, que se tornaria padroeiro da cidade do Rio de Janeiro, desceu dos céus para enviar neblinas que atrapalharam os piratas franceses, favorecendo a vitória da aliança entre portugueses e indígenas, naquela que ficou conhecida como a Batalha das canoas.

E foi assim que os franceses descobriram a antropofagia

O rito antropofágico consiste em devorar o coração dos adversários mais poderosos para adquirir os seus poderes.

Foi assim que as duas maiores cidades de nosso estado, Rio de Janeiro e Niterói, foram fundadas, trazendo em sua história a herança da utopia da França Antártica, o lugar que recebe a todos de braços abertos, como o símbolo da Cidade Maravilhosa, o Cristo Redentor.

E isso independente de sua religião, raça ou classe social. Esta é a utopia que nos move, desde aquele tempo, até os dias de hoje.